Perspectiva
Um blogue sobre fotografia, por Luís Afonso

Full-frame vs APS-C: Do Ponto de Vista das Objectivas


Um dos debates mais comuns no mundo da fotografia digital é a escolha entre full-frame e APS-C. É tão popular que a televisão pública já pensou em fazer um “Prós-e-Contras” sobre o tema. Enquanto não o faz, deixo-vos aqui uma análise sobre o tema do ponto de vista das objectivas e da fotografia que queremos fazer com elas.

A minha objectiva é uma 56 ou 85mm?


“O quê?! Ainda há pouco me disseste que quando maior o “f”, menor a abertura. Agora estás a dizer-me que a minha 18-55 afinal é uma 29-88? E eu ainda estou a pagar por esta formação?!?!” A vida de formador de fotografia não é fácil. O jargão fotográfico está cheio de “inconsistências” e para quem está a começar esta maravilhosa viagem, escolher um lugar à janela pode ser mesmo complicado. O importante é mesmo tentar perceber o porquê das coisas. Descubra como o tamanho do sensor influencia aquilo que a sua objectiva "vê" e como numa câmara APS-C a sua objectiva pode deixar de ser um 56mm para ser uma 85mm.

3-2-1: Cópia!


Fazer cópias de segurança do nosso arquivo fotográfico é fundamental. Não me canso de o dizer e até já escrevi sobre isso num artigo anterior aqui no blog. Mas, tão importante como ter uma política de gestão do arquivo eficiente e fazer cópias de segurança de forma regular e simples, é o lugar onde guardamos essas cópias.

Play it again, Sam!


Hoje, abri a janela de uma das comunidades fotográficas mais populares do planeta, e lá estava ela, vestida de gala, em lugar de destaque. Refiro-me à PVG, mais conhecida pelo comum dos mortais, como Ponte Vasco da Gama. Pela enésima vez, uma imagem de um nascer do sol, sobre as águas cintilantes do Tejo, ocupava o lugar cimeiro no topo das preferências dos utilizadores do site. A fotografia? Belíssima! “Igual” a centenas de outras que podemos encontrar derramadas nas páginas dessa mesma comunidade. Foi então que germinou em mim uma pergunta: O que é que nos levará a querer fotografar um lugar já retratado vezes sem conta? O que é que nos entusiasma a colocar no nosso cartão de memória uma imagem já tantas vezes vista e revista?

A Natureza da Arte


Texto da palestra apresentado no âmbito do Imaginature - II Festival de Fotografia e Video, organizado nos dias 21 e 22 de Novembro de 2015 pela Câmara Municipal de Manteigas.

Lugares secretos


A paisagem natural é um dos géneros fotográficos mais populares. Basta aceder a qualquer uma das comunidades nacionais ou internacionais de fotografia ou folhear uma revista da especialidade para percebermos isso. Os fotógrafos de paisagem adoram explorar o mundo à procura de lugares únicos e momentos de luz verdadeiramente especiais. Muitos deles, vagueiam por entre florestas, montanhas e zonas costeiras com quilos de equipamento às costas, sempre na ânsia de conseguir registar o momento em que aquele lugar se torna verdadeiramente singular. Não é de estranhar, por isso, que a cultura do lugar seja tão importante neste tipo de fotografia. Mas será esse motivo justo para que se esconda dos nossos pares a localização das nossas fotografias?

Fuji X-Pro1: Amor à Primeira Vista


Quando o José Santos, participante de uma mão cheia de workshops fotonature, convertido em grande amigo, me lançou o desafio de o acompanhar a Londres para um dia de fotografia, eu sabia que ele estava a falar de fotografia de rua. A mesma fotografia de rua que preencheu os primeiros anos da minha vida como fotógrafo, como apaixonado pelas pessoas, pela cidade e pela perfeita simbiose que nasce da relação entre ambas.

O companheiro ideal


Uma das perguntas que mais frequentemente me dirigem diz respeito ao computador ideal para editar imagens no Adobe Lightroom. Mac ou Windows, o que comprar? E o monitor, qual a recomendação? Se quer saber a resposta, continue a ler mais este artigo da série Lightroom.

DNG ou não DNG, eis a questão


É seguro dizer que qualquer fotógrafo que leve a sua profissão ou hobby mais a sério usa o formato RAW. Por outro lado, espero sinceramente que sejam cada vez menos aqueles que ainda não “viram a luz” e continuam a fotografar em JPG. As vantagens de um formato sobre o outro são sobejamente conhecidas e reconhecidas e não há dúvida que a decisão de usar RAW tem de estar mais do que tomada. Acima de tudo, é um imperativo!