Perspectiva
Um blogue sobre fotografia, por Luís Afonso


Etiqueta: paisagem natural


A Serpente Dourada, de Francisco Machado


Primeira entrada da nova série "Longa Exposição", onde partilho a minha leitura sobre uma imagem de um fotógrafo português. As honras de abertura cabem a "Serpente Dourada" de Francisco Machado.

Viagem ao Interior


A resposta à pergunta "porque fotografo" nem sempre tem uma resposta fácil. Mas como tinha prometido responder, aqui fica a história dos meus últimos anos como fotógrafo de paisagem natural. Durante esta viagem ao interior de mim talvez consiga chegar à tão ambicionada resposta.

Colecções de Cromos


Seremos nós fotógrafos ou apenas coleccionadores de fotografias? Das cadernetas de cromos fotográficos às imagens realizadas como um meio de expressão artística vai uma distância do tamanho do mundo. Se sente que anda a coleccionar cromos em vez de andar a fotografar, estas minhas palavras são um desafio para parar. O arroz de pato é oferta da casa!

Regressar após o regresso


Descubra 5 razões pelas quais deve regressar ao mesmo local vezes sem conta para o fotografar. Porque fotografar vezes sem conta no mesmo lugar está a um mundo de distância de fotografar vezes sem conta a mesma coisa em lugares diferentes.

Zona de Conforto


Crónica do workshop de fotografia "Arte & Natureza" que teve lugar na Serra da Estrela a 4/5 de Junho de 2016, em parceria com o SerraVale - House & Nature. A história de cinco fotógrafos que ousaram sair da sua zona de conforto.

Contos de algodão agridoce


Como todas as histórias, esta também tem um começo. Passaram dez anos sobre o dia em que um grupo de colegas de trabalho, incitados por um fotógrafo de paisagem experimentado, decidiu combinar uma saída na zona da Serra e Costa de Sintra. Pela primeira vez, iria levantar-me antes do nascer-do-sol para fotografar. Leia o resto da história e descubra porque é que o consumo repetido de açúcar também pode ser prejudicial na fotografia de natureza.

Ganchos de Cabelo e Outro Material Fotográfico


Há uns dias, em conversa com uma participante do curso de edição Fotonature, falava-mos de coisas tão simples como de ganchos de cabelo e bolsas de fecho. Isto até podia ser uma conversa de miúdas, não fossem os intervenientes ambos fotógrafos e um deles do sexo masculino. Na verdade, falávamos sobre fotografia e daquelas peças de equipamento que, não tendo um coração mecânico, são fundamentais para, no terreno, nos ajudar a fazer a fotografia que pretendemos. Descubra quais são essas peças que me acompanham todos os dias no terreno e o que poder fazer pela sua fotografia.

A Criação, Ernst Haas


Em 1964, John Huston contratou Ernst Haas para realizar a sequência da Criação do seu clássico “A Bíblia”. Inspirado neste tema, o fotógrafo, nascido em Viena em 1921, que já fotografava temas naturais há cerca de sete anos, decidiu estender esse trabalho por mais seis até estar preparado para entregar as impressões que iriam figurar nas páginas de um dos livros de fotografia mais vendidos de sempre: “A Criação”. Um livro obrigatório na biblioteca de qualquer apaixonado por fotografia.

Lugares secretos


A paisagem natural é um dos géneros fotográficos mais populares. Basta aceder a qualquer uma das comunidades nacionais ou internacionais de fotografia ou folhear uma revista da especialidade para percebermos isso. Os fotógrafos de paisagem adoram explorar o mundo à procura de lugares únicos e momentos de luz verdadeiramente especiais. Muitos deles, vagueiam por entre florestas, montanhas e zonas costeiras com quilos de equipamento às costas, sempre na ânsia de conseguir registar o momento em que aquele lugar se torna verdadeiramente singular. Não é de estranhar, por isso, que a cultura do lugar seja tão importante neste tipo de fotografia. Mas será esse motivo justo para que se esconda dos nossos pares a localização das nossas fotografias?

The Making of Landscape Photographs, Charlie Waite


Em 1991, Charlie Waite, lançava um dos livros de referência sobre este estilo de fotografia tão apaixonante. Numa era ainda longe do vertiginoso imediatismo do digital, Waite oferecia-nos uma vibrante viagem por 150 das suas melhores fotos acompanhadas por palavras que explicam como estas se desembrulharam da alma do seu criador, que decisões técnicas foram tomadas, o que resultou e o que foi deixado de lado na composição. São mais de uma centena de páginas um pouco datadas em termos de desenho, mas certamente muito atuais em termos do conhecimento que partilham.