Perspectiva
Um blogue sobre fotografia, por Luís Afonso


Autor: Luís Afonso


Play it again, Sam!


Hoje, abri a janela de uma das comunidades fotográficas mais populares do planeta, e lá estava ela, vestida de gala, em lugar de destaque. Refiro-me à PVG, mais conhecida pelo comum dos mortais, como Ponte Vasco da Gama. Pela enésima vez, uma imagem de um nascer do sol, sobre as águas cintilantes do Tejo, ocupava o lugar cimeiro no topo das preferências dos utilizadores do site. A fotografia? Belíssima! “Igual” a centenas de outras que podemos encontrar derramadas nas páginas dessa mesma comunidade. Foi então que germinou em mim uma pergunta: O que é que nos levará a querer fotografar um lugar já retratado vezes sem conta? O que é que nos entusiasma a colocar no nosso cartão de memória uma imagem já tantas vezes vista e revista?

A Natureza da Arte


Texto da palestra apresentado no âmbito do Imaginature - II Festival de Fotografia e Video, organizado nos dias 21 e 22 de Novembro de 2015 pela Câmara Municipal de Manteigas.

Lugares secretos


A paisagem natural é um dos géneros fotográficos mais populares. Basta aceder a qualquer uma das comunidades nacionais ou internacionais de fotografia ou folhear uma revista da especialidade para percebermos isso. Os fotógrafos de paisagem adoram explorar o mundo à procura de lugares únicos e momentos de luz verdadeiramente especiais. Muitos deles, vagueiam por entre florestas, montanhas e zonas costeiras com quilos de equipamento às costas, sempre na ânsia de conseguir registar o momento em que aquele lugar se torna verdadeiramente singular. Não é de estranhar, por isso, que a cultura do lugar seja tão importante neste tipo de fotografia. Mas será esse motivo justo para que se esconda dos nossos pares a localização das nossas fotografias?

Paixão pelo imprevisto


Perante a excitação da próxima viagem fotográfica, são cada vez mais os que mergulham umas semanas antes – às vezes até uns meses – num estado cognitivo de completa absorção: é a escolha meticulosa do equipamento a levar, o estudo exaustivo das características orográficas do destino, a forma com a luz abraça a paisagem em cada hora do dia, seus ângulos e intensidade, nunca deixando de pesquisar e visualizar centenas de imagens daquilo que, por certo, irão encontrar.

Fuji X-Pro1: Amor à Primeira Vista


Quando o José Santos, participante de uma mão cheia de workshops fotonature, convertido em grande amigo, me lançou o desafio de o acompanhar a Londres para um dia de fotografia, eu sabia que ele estava a falar de fotografia de rua. A mesma fotografia de rua que preencheu os primeiros anos da minha vida como fotógrafo, como apaixonado pelas pessoas, pela cidade e pela perfeita simbiose que nasce da relação entre ambas.

O companheiro ideal


Uma das perguntas que mais frequentemente me dirigem diz respeito ao computador ideal para editar imagens no Adobe Lightroom. Mac ou Windows, o que comprar? E o monitor, qual a recomendação? Se quer saber a resposta, continue a ler mais este artigo da série Lightroom.

DNG ou não DNG, eis a questão


É seguro dizer que qualquer fotógrafo que leve a sua profissão ou hobby mais a sério usa o formato RAW. Por outro lado, espero sinceramente que sejam cada vez menos aqueles que ainda não “viram a luz” e continuam a fotografar em JPG. As vantagens de um formato sobre o outro são sobejamente conhecidas e reconhecidas e não há dúvida que a decisão de usar RAW tem de estar mais do que tomada. Acima de tudo, é um imperativo!

À prova de Murphy


Recomenda-se que faça uma cópia de segurança de todas as suas fotos antes de ler este artigo. Certifique-se que a guarda num local seguro. Já está? Ótimo! Podemos então continuar!

A árvore das fotos (2 de 2)


O Lightroom (LR), não sendo um gestor de ficheiros por excelência, é no entanto a aplicação indicada para fazer a gestão de qualquer fotografia que esteja contida no seu catálogo, sendo inclusive desaconselhado “mexer” nos ficheiros fora da aplicação.