Perspectiva
Um blogue sobre fotografia, por Luís Afonso

Canon EOS 7D Mark II

Canon vs Nikon


Tão apaixonante como os grandes duelos entre Prost e Sena, Frazier e Ali ou Nadal e Federer, é a famosa rivalidade entre Nikon e Canon no maravilhoso mundo da fotografia. Nem preciso de partilhar convosco o número de vezes que alguém já me perguntou “Canon ou Nikon?” Deixem-me apenas dizer-vos que foram quase tantas como as vitórias do glorioso sobre aquele clube das riscas que tem um estádio em tons de verde ali para os lados do Campo Grande.

A compra de uma máquina fotográfica é uma decisão importante na vida de qualquer fotógrafo, amador ou profissional. Digo-vos isto depois de ter no currículo a aquisição de mais uma dezena delas. E a marca, claro está, é um dos factores que define essa escolha. Mas será o mais importante? Vamos descobrir.

Objectivo: fotografar!

A primeira pergunta que deve fazer antes de comprar uma câmara é “para quê?”. Qual é o objectivo dessa aquisição? Precisa de uma câmara porque está a aprender fotografia? Tem um determinado estilo de fotografia em vista? Precisa de uma câmara que ande sempre consigo? Qualquer que seja o motivo, é importante que coloque a si mesmo esta questão. Mais do que qualquer outro factor, a razão pela qual “precisa” de uma câmara deve influenciar o modelo que vai comprar.

Partilhando a minha experiência pessoal, tenho actualmente quatro câmaras. Bem, na realidade tenho mais, mas estas são as que uso com frequência. As outras, como a Polaroid, por exemplo, são mais brinquedos de quem é apaixonado pela fotografia, do que ferramentas de criação propriamente ditas. E depois, é claro, ainda há o telemóvel que, de quando em vez, faz o propósito de registar um momento.

Panasonic DMC-FT2, 1/320s a f/3,3, ISO 80

Panasonic DMC-FT2, 1/320s a f/3,3, ISO 80

A menos sofisticada de todas é uma Panasonic Lumix DMC-FT2, adquirida com o propósito de ser levada para a praia para registar momentos em família. Como pode ser mergulhada dentro de água, permite a realização de imagens divertidas e que constituem grandes memórias. Em termos de flexibilidade, sendo uma máquina totalmente automática, não permite a utilização em situações mais exigentes, não sendo igualmente indicada para quem está a aprender fotografia. Por tudo isto, é uma máquina que uso pouco, apenas nas férias de verão ou quando quero fazer pequenos filmes em eventos familiares.

Grau de utilização: Esporádico; Preço: 200-300€; Utilização: Específica; Flexibilidade: Reduzida

A mais antiga câmara do meu arsenal fotográfico é também a que mais utilizo. Dona de um manuseamento que considero perfeito e que funciona como uma extensão do meu corpo, permite que utilize ao máximo todo o meu potencial criativo. Estou a falar da Canon EOS 5D Mark III, a câmara que me acompanha em todo o trabalho de fotografia de natureza e que é parte central da minha vida como fotógrafo. Mais importante que as suas magníficas especificações que pode ler num qualquer site da especialidade é o facto do que ela me permite fazer sem nunca se colocar no centro das atenções. Quando estou a fotografar com a 5D, é como se ela não existisse, sem nunca deixar de lá estar. É como um amigo que passa um dia inteiro ao nosso lado sem nunca precisar de dizer por palavras aquilo que sei que ele tem para me contar. A qualidade do seu RAW possibilita-me fazer todas as fotos que quero, inclusive usando ISOs estratosféricos, nunca constituindo qualquer limitação à minha visão e aquilo que quero dizer com a minha fotografia. Para além disso, permite-me utilizar uma panóplia de objectivas que tenho vindo a colecionar desde que comprei a primeira Canon no inverno de 1997. E, em termos de objectivas, considero a Canon a marca número um, no equilíbrio entre a qualidade e o universo de opções disponíveis que coloca ao serviço do fotógrafo.

Grau de utilização: Constante; Preço: 2800-3000€; Utilização: Geral; Flexibilidade: Máxima
Canon EOS 7D Mark II, Canon EF70-200mm f/2.8L IS II USM, 1/2000s a f/2.8, ISO 1600

Canon EOS 7D Mark II, Canon EF70-200mm f/2.8L IS II USM, 1/2000s a f/2.8, ISO 1600

A segunda Canon que utilizo é a topo de gama do segmento amador: a EOS 7D Mark II. Comprei-a com o objectivo claro de fotografar desporto. Com um sistema de focagem profissional herdado da 1D X (a topo de gama da marca), a capacidade de realizar 10 disparos por segundo e utilizar dois cartões de memória em simultâneo, um visor óptico que cobre 100% da cena a fotografar, esta câmara tem tudo o que preciso para fotografar Rugby. Este é um exemplo claro de um equipamento comprado para realizar uma tarefa em particular.

Grau de utilização: Frequente; Preço: 1300-1500€; Utilização: Específica/Geral; Flexibilidade: Máxima

Finalmente, quero falar-vos da Fujifilm X-T1. A compra desta câmara teve tanto de racional, como de irracional. Acima de tudo, constitui uma das provas materiais do meu amor pela fotografia. A pequena Fuji é uma câmara para quem gosta de fotografar. Muito. Para além de possibilitar a regulação dos parâmetros mais usados pelo fotógrafo através de ajustes manuais (sem nos obrigar a passear por opções de menu mais ou menos morosas), o seu formato permite que a tenhamos sempre connosco. Para terem uma ideia, eu consigo levar todo o meu equipamento Fuji (câmara e duas ou três lentes) dentro de uma mala discreta que mede 25cm de comprimento. 25cm que são pequenos demais para colocar qualquer uma das Canon quando acompanhadas com um zoom standard (EF 24-105mm). Isto faz com que seja a câmara que uso em todas as ocasiões em que não estou a fotografar desporto e natureza. Ainda assim, são cada vez mais as saídas em que eu também a levo dentro da mochila para fotografar natureza. Esta câmara permite também o acesso ao maravilhoso mundo das objectivas Fujinon, realmente fantásticas na qualidade de construção e nos resultados que produzem. Basta testarem a pequena XF35mm para perceberem o que quero dizer. Depois , há uma nostalgia que se instala na alma de quem usa este sistema. O seu aspecto retro, a forma com se usam os anéis de abertura das objectivas, a cor produzida pelos JPG que saem da câmara e o facto de voltar a poder usar lentes do século passado, tudo isto contribui para um sentimento intemporal que tem tanto de irracional, como de racional. É amor, como dizia neste artigo. Esta câmara é a razão do nascimento do projecto As Faces de Lisboa e cumpre o propósito máximo para a qual foi comprada: dotar-me de uma câmara que anda sempre comigo capaz de produzir imagens de qualidade suprema.

Grau de utilização: Frequente; Preço: 1100-1300€; Utilização: Geral; Flexibilidade: Máxima

Canon ou Nikon?

Depois de vos apresentar a minha experiência queria deixar-vos aqui alguns conselhos mais específicos e que vos permitam guiar na decisão da compra da próxima câmara.

Como formador na área, sou muitas vezes confrontado com a pergunta de qual câmara recomendo. Estas pessoas procuram uma ferramenta capaz de lhes dar a flexibilidade de poder explorar qualquer estilo fotográfico em qualquer área criativa, ao mesmo tempo que precisam de um equipamento que lhes dê oportunidade de evoluir na componente técnica da fotografia, elemento essencial para que se desenvolvam depois todos os aspectos mais subjectivos desta maravilhosa arte. Assim sendo, adquirir uma câmara que permita a regulação manual de todos os parâmetros que influenciam a captura correcta de uma fotografia e que permita alterar as principais componentes técnicas da mesma é essencial.

Neste momento, considero que há dois tipos de câmaras que mais se adequam a esta realidade: as dSLR e as mirrorless. Não me vou aprofundar muito sobre qualquer uma delas, mas gostava de apontar a principal diferença, uma vez que considero que tudo o resto já está diluído nos dias que correm.

A principal vantagem das mirrorless é o seu tamanho, o que significa um grau de portabilidade infinitamente maior do que o mundo dSLR. É fácil transportar uma Olympus Pen no bolso, enquanto que a mais pequena das Nikon dSLR dificilmente cabe numa carteira de uma senhora. Isto, embora possa parecer um pormenor é, na realidade, a diferença entre passar a vida a fotografar e passar a vida a ver a câmara na prateleira. Conheço bastantes pessoas que não fazem fotografia porque não estão para carregar a mochila com o equipamento fotográfico. Compraram a câmara para levar nas férias, mas depois não a levam porque simplesmente não dá jeito. E isto, acreditem-me, acontece mais vezes do que gostaríamos.

Esta grande vantagem das mirrorless é, no entanto, baseado na minha própria experiência, a única razão pela qual ainda utilizo os dois formatos e não me rendi em exclusivo a este tipo de câmaras. O facto de estes equipamentos serem pequenos reduz um pouco o seu grau de manuseamento e ergonomia. Embora reconheça que as soluções encontradas pelas marcas sejam cada vez mais engenhosas, nada supera o facto de numa dSLR termos os diversos botões ao alcance das curvas naturais da nossa mão. E isto, numa opinião muito própria, é extremamente importante no prazer que se tira do acto de fotografar. E quando se faz isto de forma profissional, então esse prazer ganha necessariamente outros contornos. Tenho um amigo que, por experiência própria, decidiu comprar uma dSLR em detrimento de uma mirrorless. Embora tenha testado e ficado apaixonado pela Olympus OMD, em especial pela qualidade do material e dos ficheiros produzidos pela mesma, o grau de manuseamento da mesma não o convenceu. No seu caso, este ponto pesou claramente na sua escolha, pois tinha tido uma experiência anterior com uma dSLR pequena que o impediu de usufruir ao máximo da sua fotografia.

Por tudo isto, aconselho que todos experimentem nas vossas mãos a máquina que querem comprar. Não cedam à tentação de a comprar pela internet sem antes a terem experimentado com calma. Pode ser a diferença entre uma longa história de amor ou uma longa estadia na prateleira lá de casa.

Em termos de qualidade, considero que não há diferença alguma entre as mirrorless e as dSLR. Mais uma vez, por experiência própria, não acho que a Fujifilm X-T1 fique aquém da 7D Mark II, para falar de dois topos de gama no mundo dos sensores APS-C. Antes pelo contrário. Para fazer fotografia em geral, considero a Fuji uma melhor opção, pois o seu sensor consegue uma gama dinâmica maior e um acesso a ISOs mais elevados com maior qualidade. Ambas são rápidas a focar, simples na operação, ambas permitem acesso a lentes de topo de gama. Tanto uma, como outra, são opções válidas e que permitem uma longa vida de experiências fotográficas.

Larissa, Fujifilm X-T1, Fujinon XF56mmF1.2 R, 1/640s a f/2, ISO 400

Larissa, Fujifilm X-T1, Fujinon XF56mmF1.2 R, 1/640s a f/2, ISO 400

Mas então, “Canon ou Nikon?”. Bom, depende. Se calhar a resposta certa é Fujifilm ou Olympus. É importante perceber se o tamanho conta na sua decisão. É importante perceber se ele vai constituir um entrave à sua vontade de fotografar ou não. Se vai, se acha que não quer levar a sua dSLR para todo o lado, então não tenha dúvidas: compre uma mirrorless. Se por outro lado, o tamanho não vai ser impedimento, pensa em fotografar desporto ou outra disciplina onde o manuseamento é fundamental, então pense numa dSLR. Mas qualquer que seja a sua decisão, vá a uma loja e experimente as duas. E nunca deixe que o tamanho o/a engane: as mirrorless têm decididamente a mesma ou inclusive qualidade superior às dSLR.

Qual a marca?

Como já reparou, não tenho recomendado claramente nenhuma marca, embora também já tenha percebido que utilizo Canon e Fujifilm.

No mundo das dSLR, não considero que exista diferença entre Canon e Nikon. Lamento desiludir-vos, mas para mim esta guerra entre as duas marcas serve apenas para brincadeiras entre amigos, ao estilo Benfica/Sporting. Ambas as ofertas das duas marcas produzem imagens de grande qualidade, quando usadas ao serviço da criatividade de alguém que as quer explorar ao máximo, ambas têm funcionalidades semelhantes, em corpos muito parecidos. Não é por isso de estranhar que ambas as marcas tenham linhas de mercado semelhantes, havendo em cada gama (principiante/amador/profissional) escolhas equivalentes.

No início da fotografia digital a Canon liderava claramente o processo e nessa altura não havia dúvida do que escolher. Foi por isso que escolhi Canon e me mantive fiel até hoje. Actualmente, a Nikon aproveitou uma certa apatia e conservadorismo da sua congénere nipónica para ganhar uma ligeira vantagem competitiva, produzindo equipamentos que têm recebido os mais variados e merecidos louvores. Ainda assim, não considero que qualquer das duas possa reclamar para si a supremacia do mercado. Para mim, há aqui um eterno empate técnico. É claro que existem outras marcas no mundo das dSLR mas, na minha opinião, a sua presença global é insignificante, fazendo que a sua escolha não seja recomendada. O mercado de segunda mão é quase inexistente nessas marcas, as escolhas são por isso mais escassas e tudo isso conta.

O que realmente me leva a escolher e recomendar Canon em vez de Nikon no mundo das dSLR é o serviço pós-venda em Portugal. É para mim um completo mistério como a Nikon vende tanto em Portugal. Com um dos piores serviços pós-venda que conheço, com uma quase nula representação em Portugal, é para mim estranho que se vendam tantas câmaras desta marca. O facto é que o mercado é realmente global e que basta existirem câmaras disponíveis a bons preços no mercado para que a marca consiga vender. Depois, há toda uma tradição que tem o seu valor e a sua presença perene. Mas se quiserem parar um pouco para pensar, tenham atenção a este ponto: se a vossa Nikon avariar, preparem-se. No ponto oposto está a Canon, com uma representação cuidada, um bom serviço para profissionais e uma assistência técnica que funciona.

Canon EOS 5D Mark III, Canon EF24-105mm f/4L IS USM, 1/4s a f/8, ISO 100

Canon EOS 5D Mark III, Canon EF24-105mm f/4L IS USM, 1/4s a f/8, ISO 100

Situação semelhante leva-me a recomendar apenas duas marcas no mundo das mirrorless: Fujifilm e Olympus, com uma menção honrosa para a Panasonic. As histórias que conheço sobre a assistência técnica da Olympus leva-me a crer que esta marca é o sonho de qualquer fotógrafo. Para além da assistência ser executada em Portugal, a atenção para com o cliente é inigualável, conhecendo relatos deliciosos de amigos que têm Olympus. Depois, há a juntar a qualidade de construção das câmaras, das lentes e das imagens que permitem alcançar. A Olympus, juntamente com a Panasonic, são inventoras do formato Micro 4/3 o que lhes permite partilhar um conjunto alargado de objectivas das duas marcas, fazendo deste sistema um mercado consolidado e de vastas opções. Sem dúvida uma escolha a ter em conta.

A Fujifilm é outra das marcas que tem um enorme respeito pelos fotógrafos. A maior prova disso é o facto de estar frequentemente a melhorar as suas câmaras, através da disponibilização de novas funcionalidades em modelos já existentes. Desde que comprei a minha X-T1, já a vi actualizada em pelo menos três vezes. E, numa delas, foi radicalmente alterado o sistema de focagem da câmara, com resultados verdadeiramente inacreditáveis. Foi como se tivesse comprado uma nova câmara. A Fujifilm é uma companhia que ama a fotografia e os fotógrafos e que os houve, colocando no centro da sua produção aquilo que os fotógrafos anseiam. Quem usa a suas câmaras dificilmente fica indiferente. A qualidade de construção, o seu design retro (algo também partilhado pela Olympus), a qualidade dos seus sensores, capazes de produzir imagens incríveis a ISOs elevados, a sua crescente gama de lentes de qualidade profissional fazem desta marca uma decisão acertada na altura de escolher uma câmara.

Deixo de lado a Sony, responsável pela produção de uma das séries de câmaras mais faladas dos últimos tempos: a Alpha 7. Esta série representa a única oferta mirrorless no formato full-frame, fazendo com que numa câmara de tamanho pequeno seja possível produzir imagens semelhantes às da venerada Nikon D800. Se quiserem saber mais sobre estas câmaras vão ter de procurar noutro lado. Eu não recomendo esta marca pelo simples facto de a Sony ter sido a única marca que contactei que me tratou como um simples consumidor e não como um fotógrafo. Se calhar, estão mais habituados a vender televisões do que a fazer fotografia e isso, para mim, é inaceitável.

Recomendações

Termino com algumas recomendações que poderá usar para gastar esses euros que conseguiu acumular neste Natal. Uma recomendação para aquele fotógrafo que existe dentro de si:

  • Para si que vai fazer o seu primeiro curso de fotografia e que tem como objectivo nunca mais parar de fotografar: Canon EOS 760D, Fujifilm X-T10, Olympus OM-D E-M10 II
  • Para si que adora fotografar na rua: Fujifilm X100T
  • Para si que não apanha um avião sem uma câmara na mão: Fujifilm X-T1, Olympus OM-D E-M5 II
  • Para si que adora desporto e vida animal: Canon EOS 7D Mark II
  • Para si que fotografa a natureza no seu esplendor: Nikon D810
  • Para si que quer o melhor de todos os mundos: Canon EOS 5D Mark III, Nikon D750
  • Para si que quer redescobrir o gosto pela fotografia: Fujifilm X100T
  • Para si que quer fazer umas fotografias de quando em vez e que apenas quer carregar no botão para eternizar um momento: Não compre nada, em especial aquelas compactas que custam uma ninharia. Acredite em mim, comprar uma compacta é um grande desperdício de dinheiro. Vá jantar fora e fotografe como o telemóvel!

Espero que este artigo o tenha ajudado a perceber o que escolher. Se ainda ficou com mais dúvidas não se preocupe, envie-me um email ou faça um comentário que eu tento esclarecer. O importante é que a sua escolha tenha um sentido e um propósito. Nem sempre a câmara mais avançada é a ideal para começar; nem sempre a câmara mais cara é a perfeita para aquilo que quer fotografar. O importante é saber o que quer fazer com ela e escolher de acordo com as suas expectativas. E, claro está, ter muita vontade de fotografar.

Desejo a todos um Santo Natal e um 2016 verdadeiramente luminoso. A todos os níveis!

 

4 Comentários

  •    Responder

    Muito bom…adorei a escrita didática e divertida!
    Continua 🙂

  •    Responder

    Excelente perspectiva. Abraço e obrigado.

  •    Responder
    Marina S.M.A.C. Abril 14, 2016 at 8:20 pm

    Só faltava falar na Canon 700D. 🙂
    De qualquer forma, adorei e ajudou-me a “destravar” a dúvida.
    Para mim, o ponto fulcral deste artigo foi a comparação do pós venda da Canon com Nikon.
    Obrigado

  •    Responder
    Daniel Jorge Cardoso Duarte Gomes Setembro 14, 2017 at 2:38 pm

    Boa tarde Luís, Muitos parabéns pelo seu trabalho.
    Gostaria de colocar uma questão sobre equipamento. No seu artigo recomenda a 7D M2 para a vida animal. Haverá na actualidade alguma “mirrorless” que possa apresentar a mesma qualidade, ou aproximada, que a máquina da Canon? E lente para a acompanhar?
    Eu fotografo normalmente aves mas tenho algumas restrições de peso.
    Tenho á data a OMD EM1 com a objectiva Olympus 75-300 4.8-6.7.
    Cumprimentos

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